Curso Básico de Design de Interiores, Online, Grátis e com Certificado gratuito para imprimir

Certificado do Curso Básico de Design de Interiores

O curso Online de Design de Interiores, fornece aos alunos informações importantes e conhecimentos na arte de Design de Interiores; que é a arte de planejar de acordo com padrões funcionais e estéticos.

O Designer de Interiores é o profissional que projeta e acompanha a execução de projetos de interiores de residências, empresas e instituições. Pode atuar em escritórios de arquitetura, escritórios de design de interiores, estabelecimentos comerciais especializados em materiais e revestimentos ou móveis de decorações, com vínculo empregatício ou como prestador de serviços.

O Curso Online de Design de Interiores, é totalmente Grátis e está disponibilizado em Vídeo aulas bem explicadas que você pode assistir cada dia um pouco e os vídeos que forem assistidos ficarão registrados, na conclusão do Curso será emitido um Certificado Digital de conclusão em PDF totalmente gratuito para o aluno imprimir ou baixar para seu computador.

Bom aprendizado!

Veja mais abaixo o conteúdo deste Curso Online com Certificado Grátis:
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Conteúdo Programático do Curso Básico de Design de Interiores

Aula 01 – COR, FORMA E COMPOSIÇÃO EM AMBIENTES PARTE 1

Aula 02 – COR, FORMA E COMPOSIÇÃO EM AMBIENTES PARTE 2

Aula 03 – COR, FORMA E COMPOSIÇÃO EM AMBIENTES PARTE 3

Aula 04 – COR, FORMA E COMPOSIÇÃO EM AMBIENTES PARTE 4

Aula 05 – COR, FORMA E COMPOSIÇÃO EM AMBIENTES PARTE 5

Aula 06 – INFORMÁTICA APLICADA AO DESIGN DE INTERIORES PARTE 1

Aula 07 – INFORMÁTICA APLICADA AO DESIGN DE INTERIORES PARTE 2

Aula 08 – INFORMÁTICA APLICADA AO DESIGN DE INTERIORES PARTE 3

Aula 09 – INFORMÁTICA APLICADA AO DESIGN DE INTERIORES PARTE 4

Aula 10 – INFORMÁTICA APLICADA AO DESIGN DE INTERIORES PARTE 5

Aula 11 – INFORMÁTICA APLICADA AO DESIGN DE INTERIORES PARTE 6

Aula 12 – INFORMÁTICA APLICADA AO DESIGN DE INTERIORES PARTE 7

Aula 13 – INFORMÁTICA APLICADA AO DESIGN DE INTERIORES PARTE 8

Aula 14 – INFORMÁTICA APLICADA AO DESIGN DE INTERIORES PARTE 9

Aula 15 – INFORMÁTICA APLICADA AO DESIGN DE INTERIORES PARTE 10

Aula 16 – INFORMÁTICA APLICADA AO DESIGN DE INTERIORES PARTE 11

Aula 17 – INFORMÁTICA APLICADA AO DESIGN DE INTERIORES PARTE 12

Aula 18 – INFORMÁTICA APLICADA AO DESIGN DE INTERIORES PARTE 13

Aula 19 – INFORMÁTICA APLICADA AO DESIGN DE INTERIORES PARTE 14

Aula 20 – INFORMÁTICA APLICADA AO DESIGN DE INTERIORES PARTE 15

Aula 21 – DESENHO ARQUITETÔNICO PARTE 1

Aula 22 – DESENHO ARQUITETÔNICO PARTE 2

Aula 23 – DESENHO ARQUITETÔNICO PARTE 3

Aula 24 – DESENHO ARQUITETÔNICO PARTE 4

Aula 25 – DESENHO ARQUITETÔNICO PARTE 5

Aula 26 – DESENHO ARQUITETÔNICO PARTE 6

Aula 27 – DESENHO ARQUITETÔNICO PARTE 7

Aula 28 – DESENHO ARQUITETÔNICO PARTE 8

Aula 29 – DESENHO ARQUITETÔNICO PARTE 9

Aula 30 – DESENHO ARQUITETÔNICO PARTE 10

Aula 31 – DESENHO ARQUITETÔNICO PARTE 11

Aula 32 – DESENHO ARQUITETÔNICO PARTE 12

Aula 33 – DESENHO ARQUITETÔNICO PARTE 13

Aula 34 – DESENHO ARQUITETÔNICO PARTE 14

Aula 35 – MATERIAIS DE REVESTIMENTO PARA AMBIENTAÇÃO PARTE 01

Aula 36 – MATERIAIS DE REVESTIMENTO PARA AMBIENTAÇÃO PARTE 02

Aula 37 – MATERIAIS DE REVESTIMENTO PARA AMBIENTAÇÃO PARTE 03

Aula 38 – MATERIAIS DE REVESTIMENTO PARA AMBIENTAÇÃO PARTE 04

Aula 39 – MATERIAIS DE REVESTIMENTO PARA AMBIENTAÇÃO PARTE 05

Aula 40 – MATERIAIS DE REVESTIMENTO PARA AMBIENTAÇÃO PARTE 06

Aula 41 – MATERIAIS DE REVESTIMENTO PARA AMBIENTAÇÃO PARTE 07

Aula 42 – ILUMINAÇÃO DE INTERIORES – PARTE 1

Aula 43 – ILUMINAÇÃO DE INTERIORES – PARTE 2

Aula 44 – ILUMINAÇÃO DE INTERIORES – PARTE 3

Aula 45 – ILUMINAÇÃO DE INTERIORES – PARTE 4

Aula 46 – ILUMINAÇÃO DE INTERIORES – PARTE 5

Aula 47 – ILUMINAÇÃO DE INTERIORES – PARTE 6

Aula 48 – PROJETO DE AMBIENTAÇÃO – PARTE 01

Aula 49 – PROJETO DE AMBIENTAÇÃO – PARTE 02

Aula 50 – PROJETO DE AMBIENTAÇÃO – PARTE 03

Aula 51 – PROJETO DE AMBIENTAÇÃO – PARTE 04

Aula 52 – PROJETO DE AMBIENTAÇÃO – PARTE 05

Aula 53 – PROJETO DE AMBIENTAÇÃO – PARTE 06

Aula 54 – PROJETO DE AMBIENTAÇÃO – PARTE 07



Resenhas do Curso

5

5
2 ratings
  • 5 stars2
  • 4 stars0
  • 3 stars0
  • 2 stars0
  • 1 stars0
  1. Designer

    5

    Visando aumentar a participação e também favorecer a troca de idéias e o pensar sobre o Design, comçamos a partir de agora a postar uma série de exercícios para que vocês desenvolvam livremente.
    O primeiro é este de Observação, análise e crítica.
    Utilizo este exercício em meus cursos como ferramenta para abrir os olhos dos alunos para detalhes mais técnicos de uma imagem. Não basta olhar para uma imagem e dizer se ela é bonita ou feia, temos de observar minuciosamente os detalhes.

    Estudos de casos – observação, análise, crítica e contextualização

    Sem a menor sombra de dúvida, a principal arma de um LD e de um DA é a sua capacidade de observação. É através da observação que o profissional vai perceber todas as nuances e características que formam o espaço ou ambiente a ser projetado.

    É um exercício diário que por muitas vezes deixamos de lado. Devemos observar não só o foco de nosso trabalho ou nossos projetos em desenvolvimento, mas sim, e principalmente, observar toda e qualquer imagem que encontramos pela frente seja ao vivo, impressa ou na web.

    É através deste exercício de observação que vamos construindo o nosso leque de possibilidades e cultivando a nossa capacidade criativa.

    Porém, para este exercício não podemos ser apenas observadores, meros espectadores de uma cena. Temos também que exercitar em conjunto, outras habilidades que possuímos: análise, senso estético, conhecimentos específicos, contextualização e finalmente a crítica.

    Analisar algo impõe que tenhamos conhecimentos sobre o objeto que está sendo observado. Durante a análise você vai detectar as formas, cores, texturas, luz e sombra, volumetria, estética, possíveis equipamentos e materiais utilizados, entre vários outros elementos.

    É uma leitura “fria” do objeto observado. Toda análise deve ser isenta de partidarismos e favoritismos (amizades) para que seja realmente séria e realista. Disto nasce a crítica que, na verdade, não é nada mais que um relatório onde descrevemos as sensações que tivemos durante a fase de observação. A crítica é o lado duro deste exercício, é aquele que todo profissional – seja de que área for – detesta e prefere mantê-la bem longe de si.

    Porém, não estou me reportando àquelas críticas já conhecidas que figuram em jornais e revistas, cujos autores muitas vezes são considerados personas non gratas em vários meios. Refiro-me a uma crítica particular, íntima do profissional, que atesta dia a dia o seu crescimento profissional, a apuração e refinamento de seu senso estético além de seu conhecimento técnico.

    Mas claro que tal crítica vem a se tornar como uma outra área de atuação quando se pode contar com uma imprensa especializada realmente independente e não corporativista como já acontece em vários ramos de atividade profissional.

    Muitas vezes nos deparamos com alguma coisa que nos tocam de maneira tão profunda que acabamos por emudecer, por não conseguir expor nossos sentimentos, travamos literalmente. Seja por nos provocar sentimentos bons ou maus. Aqui entra o papel do exercício da contextualização. É através deste exercício que iremos expor – pelo uso de palavras escritas, desenhos, etc – o que estamos sentindo. Porém este exercício serve também para todos os outros casos e é uma excelente fonte de informação e referência para a crítica.

    Muitas vezes fazemos estes exercícios sem nos dar conta do que estamos fazendo e da importância disso no seu percurso profissional. Quem já não parou diante de uma imagem em uma revista onde rapidamente apareceram frases e sua cabeça como estas:
    – Maravilhoso!!!
    – Que cor horrorosa a deste sofá…
    – Eu jamais me sentiria bem neste espaço com toda essa luz incidente.
    – Interessante a solução para o cortineiro com a sanca built-in.

    Essas frases e incontáveis outras são pura e simplesmente reflexos involuntários ou intuitivos de nossa capacidade de observação, análise e crítica. Já estão impregnadas em nós, fazem parte do ser humano. Porém alguns em maior ou menor grau, menos ou mais desenvolvida e aguçada.

    Para efetivação destes exercícios permita-se ao menos 5 minutos diários trabalhando com isso. Pode ser quando está na frente do computador navegando. Sempre temos uma imagem na nossa frente que nos chamam a atenção ou não.

    Se sim, por quê? O que tem de especial, de belo, que esteja em sintonia com o meu gosto?

    Se não, por quê? O que tem de errado, feio, que me desagrada?

    Alguns podem dizer que este tipo de análise e crítica é um erro pois desconhecemos a realidade da concepção do projeto, o briefing do cliente, a linha e estilo projetual do autor bem como do todo que engloba o projeto (áreas próximas) entre várias outras alegações. Concordo com tudo isso. Porém temos que relembrar que isso é apenas um exercício de refinamento estético, de observação. Tudo o que você pensar, rabiscar e anotar não irão para nenhuma página de revista e tampouco aparecerão em programas de TV. É uma coisa sua, o SEU olhar sobre determinada cena. Isso se chama análise e crítica às cegas – quando não temos informações detalhadas e técnicas sobre o objeto ou cena em questão. Temos somente a imagem. Para ser mais exato, aquela cena da foto como se fosse uma tela de algum artista. E como tal, deve ser observada da mesma maneira.

  2. design de interiores

    5

    ótimo curso deu para aproveita bastante conhecimento parabéns..

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