Riscos a que estamos expostos


Alguns eventos da vida são esperados, outros não. Nascemos, crescemos, envelhecemos e, por fim, morremos. Ao longo da vida, muitas coisas acontecem, boas e ruins. As surpresas boas são sempre bem vindas, mas as ruins nem tanto. Vamos tratar aqui da proteção e da prevenção de alguns eventos ruins, além de uma preparação para uma fase da vida muito especial, a aposentadoria.

A imprevisibilidade da vida pode nos trazer tanto coisas boas como problemas com os quais teremos que lidar. Entre as coisas boas e inesperadas, podemos, por exemplo, ganhar na loteria, ser escolhido para um emprego, receber uma promoção. Entre os acontecimentos ruins, podemos ficar doentes, sofrer um acidente, morrer, perder o emprego, ter um carro furtado; enfim, várias coisas podem acontecer, pois estamos vivos, e a vida possui riscos. Esses riscos podem ser tanto pessoais quanto patrimoniais.

O risco pode ser definido como um evento incerto ou de data incerta, que independe da vontade.

Você pode lidar com o risco de três maneiras distintas: fazendo nada, formando uma poupança para eventualidades ou fazendo um seguro. Obviamente, cada escolha leva a uma consequência distinta e cabe a você decidir o que é melhor para você.

Ao não tomar qualquer atitude, você estará assumindo os riscos de ocorrência de uma situação inesperada, que, caso aconteça, poderá perturbar o seu equilíbrio econômico-financeiro. Obviamente, se nada acontecer, essa é a escolha de menor gasto financeiro. O grande problema dessa escolha é que não adivinhamos o futuro, e eventos inesperados ocorrem com alguma frequência.

A segunda alternativa, formar uma poupança para eventualidades, tem menos riscos que a escolha anterior, mas é necessário ter muita disciplina para colocá-la em prática. Nessa situação, você decide constituir uma poupança em separado para lidar com circunstâncias não esperadas.

Entretanto, para que isso funcione bem, é necessário que três coisas aconteçam: 1) você não pode cair na tentação de utilizar os recursos para o consumo; 2) tem de contar com a sorte de que não aconteça nada enquanto você está formando sua poupança; e 3) que não ocorram eventos que custem mais do que o valor separado por você para essas eventualidades.

A terceira alternativa é contratar um seguro. Note que, ao fazer essa escolha, você tem de ter um seguro específico contratado para cada eventualidade (risco), por exemplo, seguro para automóvel, seguro de vida, seguro-saúde, seguro residencial, e assim por diante.


 
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