O Que Analisar Antes de Abrir um Hotel


Uma das primeiras questões a ser analisadas é:

Para onde as pessoas vão aos feriados. E se são muitas as razões para se viajar.

Viajar faz parte do imaginário coletivo da maioria dos povos, desde as mais antigas civilizações. Na sociedade atual, é muito mais fácil viajar em qualquer época, por isso é um dos sonhos de consumo da maioria das pessoas, o que faz do turismo uma das principais fontes de geração de renda em todo o mundo.

Quando você pesquisa a segmentação de seu público-alvo, são variáveis a serem consideradas: a distância entre origem e destino, renda per capita e volume da população da região de origem.

Figura 13: Tipos de Turismo.

No painel acima, encontramos vários motivos para viajar, havendo disposição e recursos financeiros para isso. Mas antes de identificar o seu segmento, é preciso considerar: renda (dos turistas) e proximidade (entre o destino e seu estabelecimento).

Existem, também, nesse movimento turístico, as mais variadas formas de se analisar alguns elementos como:

Atrativo turístico: é o recurso natural ou cultural;

Complexo turístico: atrativo turístico que já dispõe de certa infraestrutura para alimentação, hospedagem, entretenimento;

Centro turístico: aglomerado urbano que tem, dentro de seu território ou no seu raio de influência, atrativos turísticos capazes de motivar uma visitação;

Área turística: território circundante a um centro turístico onde existem vários atrativos e estruturas e comunicações entre esses vários elementos e centros.

Zona turística: território mais amplo, o qual congrega mais de um centro turístico.

Em qualquer situação, seja a trabalho, férias, etc., o turista chega ao destino cheio de expectativas. A partir do momento em que desce do ônibus, do avião ou carro, passa a observar e reparar tudo: as ruas, as construções, as árvores. Os turistas interagem com as pessoas, reparam se são hospitaleiras ou não. Avaliam os preços, sofrem ou se aborrecem quando suas necessidades e desejos não são levados em conta e se encantam quando são bem atendidos.

O turista é uma espécie de inspetor de qualidade, em tempo integral. É como se anotasse mentalmente tudo, compondo um autêntico relatório de avaliação da viagem. Por meio dessa avaliação, pode-se determinar o sucesso ou o insucesso do destino. Se ela for negativa, o turista, além de não voltar, influenciará negativamente outras pessoas. Quando é positiva, o turista volta e também faz propaganda do destino, induzindo outras pessoas a visitá-lo.

Com isso, o foco em satisfazer o turista deve ser o objetivo de tudo. O contato entre os turistas e os componentes da rede de serviços consolida a permanência, o valor da marca.



 
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